Os “meninos” conseguiram dar a volta ao jogo e assim mantêm a liderança da Zona Sul com 50 pontos, logo a seguir Sporting e Benfica com 49.
F.A. Ajuda 84
Os “meninos” conseguiram dar a volta ao jogo e assim mantêm a liderança da Zona Sul com 50 pontos, logo a seguir Sporting e Benfica com 49.
F.A. Ajuda 84

.jpg)
F.A. Ajuda 84
Marcelo Raimundo da Silva, conhecido no universo do Futsal por Marcelinho, é nome de craque. Peça influente na manobra da equipa comandada por Alípio Matos, o ala, de 28 anos, tem encantado os adeptos da modalidade desde que chegou a Portugal. De desconhecido, Marcelinho ganhou a admiração dos adeptos da modalidade, em virtude do espectáculo que proporciona dentro da quadra. Revelando estar feliz em Portugal, o brasileiro termina contrato com o Belenenses no final da temporada, mas tem o desejo de continuar a espalhar magia pelos pavilhões nacionais. Apesar de não faltarem pretendentes, o jogador dá preferência ao Belenenses.
Qual o balanço que fa
z desta época e meia em que está no Futsal português?
É muito positivo. Quando cá cheguei ninguém me conhecia e agora os adeptos e os adversários já sabem quem eu sou. Adaptei-me bem à vida em Portugal e ao clube, pelo que só tenho a agradecer a toda a estrutura do Belenenses.
Acaba o contrato no final da temporada. Vai continuar no Belenenses?
O futuro só Deus sabe. Sinto-me muito bem no clube e se houver um entendimento que seja bom para ambas as partes ficarei cá com o maior gosto.
Mas sente o desejo de voltar ao Brasil…
Não. Penso ficar por cá durante muitos anos. O Brasil é só para passar férias. (risos)
Após um começo de temporada de menor fulgor, tem voltado a apresentar um Futsal de grande nível. A que se deveu tal mudança?
Tive um início de época muito complicado. Existiram alguns problemas particulares que me afectaram, não permitindo a que me apresentasse ao meu melhor nível. Tive um pouco em baixo, mas a partir do momento em que as coisas ficaram resolvidas voltei a apresentar-me a um bom nível. Mas ainda posso melhorar muito.
O facto de o Belenenses ser um clube com uma estrutura forte ajudou-o nessa situação?
Imenso. Os responsáveis estão sempre preocupados com o nosso bem-estar, ajudando-nos em tudo o que precisamos. Aqui, só temos que nos preocupar em dar o nosso melhor dentro da quadra.
O Alípio Matos tem sido importante na sua evolução?
Muito mesmo. Além de ser uma pessoa que apostou em mim, é um treinador muito bom e de quem só tenho a dizer bem. É um técnico com quem dá vontade de trabalhar.
Os problemas com que o clube se debateu no início da temporada, que levaram à saída do Fábio Aguiar, foram benéficos para o fortalecimento do grupo?
O relacionamento entre a família do Belenenses é muito bom. Temos conseguido fazer dos problemas a nossa grande força, fechando o grupo e tornando-o alheio ao que se passa fora dele. Temos um grupo muito forte e isso será a nossa grande arma para sermos campeões.
A época passada o Belenenses foi derrotado na final pelo Benfica. O que terá de mudar em relação à temporada anterior para o clube ser campeão?
Na fase de todas as decisões temos, principalmente, que nos apresentar mais tranquilos. Pensar as coisas com cabeça e dar passos bem assentes. Não nos podemos precipitar. Penso que estão reunidas as condições para conquistarmos o título.
O primeiro lugar da fase regular será determinante para a conquista do título?
É importante, mas não determinante. O factor casa é benéfico pois contamos com um apoio maior dos nossos adeptos. Eles têm sido fantásticos connosco, apoiando-nos no máximo, fazendo com que nos sintamos os maiores. Eles, mais que ninguém, merecem o título. Mas não nos podemos esquecer que a concorrência é forte. Fundação, Benfica, Freixieiro e Sporting são adversários valorosos e que temos de ter em consideração.
Qual o grande objectivo da carreira?
Sonho vestir a camisola da Selecção. É o meu maior sonho.
Só da Selecção brasileira?
Não. Não descartarei a possibilidade de um dia representar a Selecção portuguesa. É um país maravilhoso, onde me sinto muito bem tratado e, se for chamado, tudo farei para retribuir esse carinho.
F.A. Ajuda 84
Apesar de algumas propostas para rumar a outras paragens o nosso técnico optou por se manter no nosso clube prolongando assim o seu vínculo que terminava no final da presente temporada.
Este é pois o reconhecimento por parte do nosso clube para com o seu treinador que tem desenvolvido um trabalho notável ao serviço do Belenenses. A nossa equipa lidera nesta altura o Campeonato Futsagres tendo também já garantido a sua presença nos quartos-de-final da Taça de Portugal onde vai medi forças com a equipa do Onze Unidos.
«Comparado com o ano passado estamos mais fortes, temos feito um percurso ascendente, com a época atípica devido a várias interrupções. Nos últimos jogos temos estado num registo aceitável. O título seria uma grande prenda para estes adeptos magníficos.»
F.A. Ajuda 84
temas em análise e outros tantos oradores (intervenção de 15 minutos) e moderadores (1h 15m de discussão).
Lamentar neste jogo é a lesão, possivelmente grave, de Daniel, o nosso ponta de lança dos Juniores, que muito falta poderá fazer ao Belenenses no Campeonato de Juniores. O nosso jogador foi "abalroado" na área benfiquista, sem que fosse marcada falta nem mostrado sequer um "amarelo".
F.A. Ajuda 84






pois até estávamos a jogar bem. O F.C. Porto marcou três golos e nós apenas um, por isso a vitória não merece contestação. Em termos exibicionais não estivemos mal. Não entrámos bem, mas depois conseguimos melhorar. O jogo não nos correu mal. Faltam golos.» disse Silas.
omplicado, com 0-2 mais difícil fica. Tentámos reagir, fizemos o 2-1, tentámos a igualdade, não conseguimos e acabámos por sofrer o 1-3 na parte final do encontro. Depois do 0-2 foi um desânimo, mas depois do 1-2 fomos para o intervalo com vontade de jogar a segunda parte e fazer o nosso trabalho para chegar ao 2-2. Esteve ali tão perto e acabámos por não o fazer». Zé Pedro.
o adversário, se calhar, tínhamos ganho. Não começámos bem o jogo e o F.C. Porto como é uma equipa forte chegou à vantagem. A partir daí e das alterações que fizemos, tivemos sempre por cima. Conseguimos reduzir e não empatámos porque chegou o intervalo. Na segunda parte fizemos um jogo igual ao F.C. Porto, podíamos ter feito o segundo golo, mas não conseguimos. No fim desconcentramo-nos outra vez e levámos o 3-1. Não merecíamos um resultado tão desnivelado».